sábado, 30 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
CASAMENTO
Um homem estava noivo. Na véspera do casamento, resolveu fazer uma
partidinha de futebol com os amigos, para despedir-se da vida de
solteiro. A meio do jogo, há uma falta contra a equipa dele. Ele fica na barreira. O atacante adversário chuta e... trás! Acerta em cheio nos países baixos do gajo, que cai logo cheio de dores. É levado para o hospital e nas urgências o médico diz-lhe:
- Oiça, não há maneira de engessar o seu Zé , por isso, vamos colocar
umas talas de madeira para o imobilizar até melhorar.
- Mas doutor, eu vou casar amanhã.
- Só pode ser assim ou então não fica bom.
Inconformado, aceita pôr as talas de madeira. No dia seguinte, casa-se e os pombinhos vão para a lua de mel. Diz a esposa:
- Olha, meu querido eu tive outros namorados antes, mas nenhum deles me tocou. Guardei-me toda para ti, sou virgem.
Marido:
- Eu também ... - baixa as calças e diz - Vês, o meu ainda está guardado na caixa!
partidinha de futebol com os amigos, para despedir-se da vida de
solteiro. A meio do jogo, há uma falta contra a equipa dele. Ele fica na barreira. O atacante adversário chuta e... trás! Acerta em cheio nos países baixos do gajo, que cai logo cheio de dores. É levado para o hospital e nas urgências o médico diz-lhe:
- Oiça, não há maneira de engessar o seu Zé , por isso, vamos colocar
umas talas de madeira para o imobilizar até melhorar.
- Mas doutor, eu vou casar amanhã.
- Só pode ser assim ou então não fica bom.
Inconformado, aceita pôr as talas de madeira. No dia seguinte, casa-se e os pombinhos vão para a lua de mel. Diz a esposa:
- Olha, meu querido eu tive outros namorados antes, mas nenhum deles me tocou. Guardei-me toda para ti, sou virgem.
Marido:
- Eu também ... - baixa as calças e diz - Vês, o meu ainda está guardado na caixa!
terça-feira, 26 de julho de 2011
O banqueiro ...
![]() |
| Foto do site blog.dominiotemporario.com |
Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa em sua "limusine" quando viu dois homens à beira da estrada, comendo grama.
Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles:
- Por quê vocês estão comendo grama...?
- Não temos dinheiro para comida.. - disse o pobre homem - . Por isso temos que comer grama.
- Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro. E, voltando- se para o outro homem, disse-lhe:
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também - respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom... Obrigado por nos levar a todos!
O banqueiro respondeu:
-
Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão
ficar encantados com a minha casa... A grama está com mais de 20
centímetros de altura!
"Quando
você achar que um banqueiro (ou banco) está lhe ajudando, não se iluda,
pense mais um pouco antes de aceitar qualquer acordo..."
Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles:
- Por quê vocês estão comendo grama...?
- Não temos dinheiro para comida.. - disse o pobre homem - . Por isso temos que comer grama.
- Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro. E, voltando- se para o outro homem, disse-lhe:
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também - respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom... Obrigado por nos levar a todos!
O banqueiro respondeu:
-
Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão
ficar encantados com a minha casa... A grama está com mais de 20
centímetros de altura!
"Quando
você achar que um banqueiro (ou banco) está lhe ajudando, não se iluda,
pense mais um pouco antes de aceitar qualquer acordo..."
segunda-feira, 25 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Mau humor.
Uma mulher mal-encarada, antipática e muito, muito feia, entra numa loja com
duas crianças. O gerente da loja, querendo ser gentil, pergunta para a mulher:
- São gêmeos?
A mulher, fazendo uma cara de poucos amigos e, ficando ainda mais feia, diz:
- Não, paspalho!!! O mais velho tem 9 e o mais novo tem 7 anos. Porque?! Você,
realmente acha eles parecidos, seu idiota?
- Não, absolutamente. É que eu só não posso acreditar que alguém tenha comido a
senhora duas vezes!
duas crianças. O gerente da loja, querendo ser gentil, pergunta para a mulher:
- São gêmeos?
A mulher, fazendo uma cara de poucos amigos e, ficando ainda mais feia, diz:
- Não, paspalho!!! O mais velho tem 9 e o mais novo tem 7 anos. Porque?! Você,
realmente acha eles parecidos, seu idiota?
- Não, absolutamente. É que eu só não posso acreditar que alguém tenha comido a
senhora duas vezes!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
ASSALTO AO BANCO
Imagem do blog/ 0-100-xeta.blogs.sapo.pt
Alô? Quem tá falando?
— Aqui é o ladrão.
— Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
— Não, os funcionário tá tudo refém.
— Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil... mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
— Impossível. Eles tá tudo amordaçado.
— Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
— Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar assalto!
— Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...
— Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
— Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
— Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um seqüestro. Pra saber de juro é melhor tu ligá pra Brasília.
— Sei, sei. O senhor ta na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
— Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
— Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil. Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
— Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
— Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
— Não...já falei...eu sou... Peraí bacana... hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.
(um minuto depois)
— Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
— Puxa, que incrível!
— Incrive por que? Tu achava que era menos?
— Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir 'Pour Elise'.
— Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
— Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
— Nadica de nada, já ta tudo acertado!
— Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
(De repente, ouvem-se tiros, gritos)
— Ih, sujou! Puliça!
— Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado)
— Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o Governo e estraga tudo! (Luís Fernando Veríssimo)
— Aqui é o ladrão.
— Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
— Não, os funcionário tá tudo refém.
— Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil... mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
— Impossível. Eles tá tudo amordaçado.
— Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
— Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar assalto!
— Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...
— Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
— Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
— Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um seqüestro. Pra saber de juro é melhor tu ligá pra Brasília.
— Sei, sei. O senhor ta na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
— Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
— Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil. Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
— Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
— Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
— Não...já falei...eu sou... Peraí bacana... hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.
(um minuto depois)
— Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
— Puxa, que incrível!
— Incrive por que? Tu achava que era menos?
— Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir 'Pour Elise'.
— Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
— Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
— Nadica de nada, já ta tudo acertado!
— Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
(De repente, ouvem-se tiros, gritos)
— Ih, sujou! Puliça!
— Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado)
— Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o Governo e estraga tudo! (Luís Fernando Veríssimo)
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.
Foto creditos/ eleicoes2009.info
O resfriado escorre quando o corpo não chora. A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde quando as raivas não conseguem sair. O diabetes invade quando a solidão dói. O corpo engorda quando a insatisfação aperta. A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam. O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas. O peito aperta quando o orgulho escraviza.O coração infarta quando chega a ingratidão. A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza. A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção!
O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você está plantando, pois será a mesma coisa que irá colher !!
P.S: Normalmente, os sintomas aparecem 3 dias após o "acontecido", descubra o que te prejudicou e coloque para fora, em conversa com amigos ou com um profissional, que vc se cura !!!
Assim sendo, desejo que você se cuide ... porque sua saúde e sua vida dependem de suas escolhas !
E escolha ser Feliz !!!
Enviado pelo meu amigo Rinaldo.
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